Grupo de percussão Batuque Novo Cultural Jhamayka toca com crianças, no Conjunto Santa Felicidade: valorização da cultura negra
NegraFábio Massalli A
Walter Fernandes
A semana que começa hoje é de festa para a comunidade negra. Em todo o Brasil se comemora a Semana da Consciência Negra, que culmina com a celebração do Dia de Zumbi dos Palmares no dia 20 de novembro.
Em Maringá, não é diferente. A semana será marcada pelo 2º Festival Afro-Brasileiro, que reúne eventos organizados por várias entidades, realizadas com o apoio da Assessoria da Igualdade Racial (órgão da Prefeitura) e da Associação Comercial e Industrial de Maringá (Acim).
As atividades vão de concurso de dança de rua a exposições, passando por peças de teatro, jantar-show, dança e apresentações de capoeira.
Para a professora Maria Verginia Gonçalves dos Santos, coordenadora do projeto Abrindo Gavetas, a realização dessa série de eventos e da Semana da Consciência Negra é importante para mostrar a cultura africana e afro-brasileira. "É uma cultura que sempre existiu, embora esteja camuflada e ninguém dê valor", diz.
Verginia diz que hoje a cidade vê um número crescente de entidades trabalhando pela causa da consciência negra. São pelo menos oito, numa situação que ela considera um avanço e que representa uma força maior na luta pelos direitos dos afro-descendentes.
A professora também destacou a Lei 10639/2003, que torna obrigatório o ensino da cultura afro-brasileira nas escolas. "No governo Lula tivemos muita abertura para isso e as escolas estão trabalhando. É uma verdadeira reviravolta na história e uma valorização da cultura negra, pois mostra que não existe mais apenas a visão europeia."
Pluricultural
Para Paulo Bahia, coordenador do Centro Cultural Jhamayka, a realização desses eventos é importante para formar uma sociedade pluricultural e preservar a cultura afro-brasileira em Maringá e região.
"Essas manifestações são importantes também para cumprir a Lei do Estatuto Racial, para celebrar Zumbi dos Palmares e discutir a quebra da discriminação", diz.
Bahia destacou, em especial, o papel destes eventos na discussão do preconceito e da discriminação. Ele citou como um avanço o fato de que hoje o negro está na propanganda, inclusive em out-doors, "o que era raro até há bem pouco tempo."
"As pessoas só vão respeitar as diferença quando conhecerem o outro, sua cultura, a culinária, a sua vida", diz. "As crianças estão crescendo tendo orgulho da cor negra da pele." Para Bahia, essa é a importância de se realizar eventos como o dessa semana e da cidade ter um Festival Afro-Brasileiro instituído em lei. "A gente sabe que o preconceito e o racismo existe, mas as pessoas vão verificando que é possível mudar."
Lei
A criação do Festival Afro-Brasileiro aconteceu de forma tumultuada e sua segunda edição também não está sendo tranquila. O festival surgiu após a prefeitura não ter aceitado transformar o Dia Zumbi dos Palmares em feriado municipal, ao contrário do que foi feito em diversas cidades brasileiras.
O Festival surgiu como uma espécie de compensação e foi transformado em lei municipal, passando a figurar no calendário de eventos culturais do município. Dispõe de orçamento de R$ 40 mil, verba da Secretaria da Cultura, que organizaria o evento juntamente com a Assessoria da Igualdade Racial.
Este ano, contudo, segundo o assessor da Igualdade Racial Ademir Félix de Jesus, problemas burocráticos impediram que o projeto do festival fosse concluído a tempo para os recursos serem utilizados.
O resultado foi que a Assessoria conseguiu cerca de R$ 20 mil junto à Acim para investir no festival e a Prefeitura cedeu a infraestrutura, apoiando como pode os projetos que as entidades já realizavam. Os R$ 40 mil que a Lei 8.316/2009 previa para o festival se perderam na burocracia.
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domingo, 14 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
RBR encurta distância para Alonso, mas decisão fica para Abu Dhabi
Espanhol chega em terceiro em Interlagos e segue como favorito ao título; Vettel e Webber fazem dobradinha e renovam a esperança para os Emirados
Por Rafael Lopes São Paulo
Ficou para a terra dos sheiks. Único piloto que poderia festejar o título antecipado da Fórmula 1 em Interlagos, Fernando Alonso tratou de garantir um terceiro lugar incapaz de lhe dar o troféu neste domingo, mas conveniente o bastante para manter oito pontos de folga na liderança da temporada e empurrá-lo como favorito para a última prova do ano. Para levantar sua terceira taça, precisa apenas chegar em segundo em Abu Dhabi, na semana que vem. Em São Paulo, à frente do espanhol da Ferrari chegou a dobradinha da RBR, com o alemão Sebastian Vettel em primeiro e o australiano Mark Webber em segundo, dando à equipe o título mundial de construtores. Os dois pilotos renovam suas esperanças, mas sabem que, para chegar ao topo nos Emirados Árabes, será necessário tirar de lá o bicampeão mundial.
Se Alonso chegar em segundo em Abu Dhabi, não depende de nenhum outro resultado. Se for terceiro, quarto ou quinto, tem de torcer para Webber não vencer. Em sexto, precisa que o australiano não fique nas duas primeira posições e que Vettel não vença. A corrida em Abu Dhabi começa às 11h (de Brasília) do próximo domingo.
Os brasileiros tiveram um domingo ruim. Dentro de casa, o melhor foi Rubens Barrichello, da Williams, em 14º. No fim da corrida, ele roubou a posição de Felipe Massa, que caiu para 15º. O piloto da Ferrari teve problemas nos boxes em sua primeira parada. Bruno Senna, da Hispania, foi o penúltimo, em 21º, e Lucas Di Grassi, da VRT, abandonou a prova.
continua favorito para Abu Dhabi (Foto: EFE)
Antes da largada, Alonso já foi brindado com vaias da torcida em Interlagos. Parecia claro que ninguém na arquibancada queria ver o espanhol festejando o título no quintal de Massa. E a secada até deu certo quando o sinal verde acendeu. O bicampeão mundial caiu de terceiro para quinto. Vettel pulou por dentro e aplicou um choque de realidade em Hulkenberg, que também foi superado por Webber.
Em poucos segundos, o alemão da Williams viu o conto de fadas da pole cair por terra. Ainda segurou Alonso durante sete voltas, mas o espanhol, que já tinha ultrapassado Hamilton, deu o bote e assumiu a terceira posição. Estava formado o pelotão da frente, com Vettel, Webber e Alonso, resultado que parecia confortável para os três, empurrando a decisão para os Emirados.
Como se não bastasse a tentativa de assalto na noite de sábado, Jenson Button caiu de 11º para 13º na largada. Ele foi o primeiro a antecipar a parada nos boxes, na 12ª volta, e colocou pneus duros para ir até o fim da prova. Massa, em 11º, fez o mesmo, mas deu azar. A Ferrari se atrapalhou no encaixe do pneu dianteiro direito e, o brasileiro, que já não vinha bem, foi obrigado a parar de novo em seguida. Chegou a cair para antepenúltimo, à frente apenas dos compatriotas Senna e Di Grassi.
Todo mundo antecipou a parada, e o sonho de Hulkenberg despencou para a décima posição. Os candidatos a intrusos passaram a ser Nico Rosberg e Kamui Kobayashi, que brigavam na sexta e na sétima posições. Mas as cinco primeiras estavam reservadas aos candidatos ao título. Na volta 40, o pelotão da frente andava com Vettel, Webber, Alonso, Hamilton e Button, que fazia uma corrida de recuperação.
Cinco passagens depois, a pulga se instalou atrás da orelha da RBR. Webber começou a se aproximar de Vettel, e com isso veio o temor de uma disputa interna na equipe. O fantasma da Turquia, quando os dois se chocaram, se instalou em Interlagos. Um acidente entre os líderes poderia jogar o título no colo de Alonso, que via tudo ali atrás, em terceiro.
Na 51ª volta, a Force India apareceu para injetar emoção na corrida. Vitantonio Liuzzi rodou e bateu forte, forçando a entrada do safety car. Na RBR, instalou-se um certo pânico: com todos os carros grudados, Vettel e Webber aguardavam a saída do carro de segurança para uma tensa disputa por vitória.
Quatro passagens depois, a prova recomeçou. Mas nada mudou. As anunciadas disputas por posição não aconteceram, e a fila indiana se manteve até o fim. A decisão do título fica mesmo para Abu Dhabi, daqui a uma semana.
sábado, 6 de novembro de 2010
Dilma deve tirar Meirelles do BC para reduzir juros logo no início do governo
Ao contrário de Lula, que deu carta branca às medidas de contenção de inflação do Banco Central, presidente eleita quer ser avalista de política mais voltada ao crescimento econômico e estímulo ao setor privado, incluindo micro e pequenas empresas
06 de novembro de 2010 | 17h 57
João Domingos, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Embora avalie que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, foi importante para sustentar a política de combate à inflação do governo Lula e certeiro nas medidas de contenção dos efeitos da crise econômica mundial de 2008 e 2009 no Brasil, a presidente eleita, Dilma Rousseff, tende a não aproveitá-lo no posto.
É certo que Dilma vai centralizar em torno de si todas as ações econômicas do início do governo, disse ao Estado um de seus mais importantes colaboradores.
Pretende, com isso, alcançar dois objetivos: forçar a redução nas taxas de juros logo na primeira reunião do Conselho de Política Monetária (Copom) e mostrar que, ao contrário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ela terá o controle de todos os setores do governo, a começar pela economia.
Tanto é assim que o primeiro bloco de auxiliares a ser anunciado será o da equipe econômica.
Com a centralização e a pressão explícita para que os juros baixem - o que Lula nunca exerceu em relação ao Banco Central -, Meirelles ficará numa posição desconfortável, pois sua política de combate à inflação tem sido sempre a de, por absoluta prevenção, manter os juros altos.
A própria Dilma se garante como avalista da estabilidade econômica. Em entrevista ao SBT, na terça-feira à noite, ela avisou que fará a centralização.
"Não serão pessoas que serão responsáveis por isso", afirmou, referindo-se ao tripé formado por metas de inflação, câmbio flutuante e contas equilibradas.
"Sou eu a responsável. E como responsável, eu asseguro: seja quem esteja à frente do cargo, eu assegurarei no País a questão da estabilidade econômica."
Embaixada
Uma solução para Meirelles - e ele já se mostrou simpático à ideia - seria nomeá-lo embaixador do Brasil em Washington.
É um nome com muito trânsito nos meios financeiros e governamentais, atributos essenciais para a interlocução de um governo Dilma que ainda não tomou posse mas já faz coro e, ao lado de Lula, acusa os Estados Unidos de, junto com a China, promoverem uma "guerra cambial" no mundo.
O PMDB, ao qual Meirelles é filiado, ainda tem esperanças de emplacá-lo no Ministério da Fazenda ou no dos Transportes.
Mas Dilma tem sido aconselhada a manter Guido Mantega, decisão que contaria com a simpatia de Lula.
E o Ministério dos Transportes é um feudo do PR, embora o PMDB esteja, numa espécie de escambo político, tentando trocá-lo pela Agricultura.
Conforme um integrante do governo muito próximo de Dilma, ela quer lotar o setor econômico na Esplanada dos Ministérios com "defensores de ações desenvolvimentistas" - como ela.
A presidente eleita acredita que, assim como ocorreu na gestão Lula, principalmente depois da crise econômica mundial, o governo tem entre os seus papéis fundamentais fazer a indução para o desenvolvimento e o crescimento econômico.
Na visão de Dilma, exposta ao longo de conversas mantidas na campanha, será preciso reduzir os juros para "contaminar o setor privado" e incentivá-lo a investir cada vez mais.
O plano estratégico prevê alcançar a meta de taxa real de 2% de juros (descontada a inflação) em 2014.
Ela defende ainda a desoneração da folha de pagamentos e investimentos muito fortes nas micro e pequenas empresas.
Para tanto, Dilma pretende elevar o limite de enquadramento de empresas no Simples Nacional. "Esse foi um dos melhores modelos: aumentamos a arrecadação, o grau de formalização da economia", disse ela na entrevista ao SBT. "Pretendo aumentar o limite de enquadramento."
Dessa forma, explicou, mais empresas poderão se beneficiar do sistema tributário simplificado. Ela, porém, não revelou qual seria o novo limite.
Atualmente, são consideradas microempresas passíveis de inscrição no Simples aquelas que têm faturamento bruto de até R$ 240 mil ao ano.
O programa também admite empresas de médio porte com faturamento de até R$ 2,4 milhões.
Hoje, há cerca de 3,9 milhões de pessoas jurídicas inscritas no programa. Também está em análise a elevação do limite de enquadramento dos microempreendedores individuais (MEI), hoje em R$ 36 mil ao ano.
Pasta
Dilma revelou durante a campanha ter "vontade" de criar um ministério específico para as micro, pequenas e médias empresas.
O nome mais cotado para essa nova pasta é o de Alessandro Teixeira, atual presidente da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), um dos coordenadores da sua campanha presidencial.
Ela acredita que será possível fundir ministérios, fazendo com que a estrutura de governo fique do tamanho da atual, com 35 ministros.
O ideal seria reduzir, mas Dilma não vê como atender à base partidária governista - que tem uma dezena de legendas - promovendo uma lipoaspiração na Esplanada.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Veja o primeiro discurso de Dilma Rousseff como presidente eleita (Vídeo)
Cliique no seguinte LINK para ler a matéria e para ver o vídeo no final da postagem:
http://noticias.r7.com/eleicoes-2010/noticias/em-1-discurso-dilma-agradece-lula-e-diz-que-batera-a-sua-porta-20101031.html
http://noticias.r7.com/eleicoes-2010/noticias/em-1-discurso-dilma-agradece-lula-e-diz-que-batera-a-sua-porta-20101031.html
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
CNT/Sensus: Dilma lidera com 51,9% e Serra tem 36,7% (Postado por Erici Oliveira)
A vantagem de Dilma para Serra aumentou de cinco pontos porcentuais da pesquisa anterior para 15,2 pontos agora
São Paulo - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, tem 51,9% das intenções de voto, ante 36,7% de seu adversário, o tucano José Serra, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta manhã.
A vantagem de Dilma para Serra aumentou de cinco pontos porcentuais da pesquisa anterior, na semana passada, para 15,2 pontos agora. No levantamento anterior, Dilma tinha 46,8% e Serra, 41,8%.
Ao se considerar somente os votos válidos - o que exclui nulos e brancos e se redistribui os indecisos proporcionalmente, Dilma tem 58,6% e Serra, 41,4%. A rejeição à candidata petista caiu de 35,2% da pesquisa anterior para 32,5%. Já a rejeição a Serra subiu de 39,8% para 43%.
O levantamento, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, foi feito com dois mil eleitores, entre os dias 23 e 25 de outubro, em 136 municípios e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 37609/2010.
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O levantamento, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, foi feito com dois mil eleitores, entre os dias 23 e 25 de outubro, em 136 municípios e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 37609/2010.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Ladrões assaltam prédio e fazem reféns na Zona Oeste de São Paulo
São Paulo - Uma quadrilha de assaltantes invadiu um prédio na noite deste domingo e fizeram pelo menos 25 moradores reféns no bairro de Higienópolis, na Zona Oeste de São Paulo.
De acordo com a Polícia Militar, cerca de dez criminosos trancaram as vítimas no térreo do edifício, onde fica uma sala de recreação. Doze dos dezessete apartamentos foram invadidos pelos bandidos. Foram roubados das residências notebooks, joias, relógios e outros aparelhos eletrônicos.
O caso foi encaminhado para o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). Ainda não há suspeitos do crime.
Sábado
Um prédio no bairro de Santa Cecília, próximo ao edifício assaltado neste domingo, foi invadido na madrugada de sábado por bandidos armados que renderam os porteiros e seguranças. Os ladrões entraram em cinco apartamentos, amarraram os moradores e levaram dinheiro, aparelhos eletrônicos, joias e objetos pessoais.
De acordo com a Polícia Militar, cerca de dez criminosos trancaram as vítimas no térreo do edifício, onde fica uma sala de recreação. Doze dos dezessete apartamentos foram invadidos pelos bandidos. Foram roubados das residências notebooks, joias, relógios e outros aparelhos eletrônicos.
O caso foi encaminhado para o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). Ainda não há suspeitos do crime.
Sábado
Um prédio no bairro de Santa Cecília, próximo ao edifício assaltado neste domingo, foi invadido na madrugada de sábado por bandidos armados que renderam os porteiros e seguranças. Os ladrões entraram em cinco apartamentos, amarraram os moradores e levaram dinheiro, aparelhos eletrônicos, joias e objetos pessoais.
sábado, 9 de outubro de 2010
Na saída para o feriado, SP tem a pior lentidão do ano
A saída para o feriado do dia de Nossa Senhora de Aparecida complicou o trânsito em São Paulo na noite desta sexta-feira. Às 19h, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrou o pior índice de lentidão na cidade neste ano, com 221 km - cerca de 25,5% dos 868 km de vias monitoradas pelo órgão.O índice de lentidão estava quase 4% acima da média mais alta normalmente
Os piores congestionamentos da capital paulista estavam nos principais corredores: Marginal do Tietê, sentido Ayrton Senna; Corredor Norte-Sul, em ambas as direções; e a Avenida dos Bandeirantes, no sentido Rodovias dos Imigrantes. registrada às sextas-feiras. Segundo a CET, a situação deve piorar na próxima hora.
Os piores congestionamentos da capital paulista estavam nos principais corredores: Marginal do Tietê, sentido Ayrton Senna; Corredor Norte-Sul, em ambas as direções; e a Avenida dos Bandeirantes, no sentido Rodovias dos Imigrantes. registrada às sextas-feiras. Segundo a CET, a situação deve piorar na próxima hora.
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