sexta-feira, 4 de novembro de 2011


Projeto Haddad, fase 2


painel

renata lo prete



Removido o obstáculo Marta Suplicy, o próximo passo de Lula em prol da candidatura de Fernando Haddad é investir num grande acordo PT-PMDB no Estado de São Paulo. No cenário imaginado pelo ex-presidente, a aliança se estenderia à capital, onde os peemedebistas preparam o lançamento de Gabriel Chalita.
Assinantes da Folha e do UOL podem acessar a íntegra da coluna aqui
Renata Lo Prete
Renata Lo Prete, jornalista, edita a coluna Painel, publicada diariamente no caderno Poder. Foi ombudsman

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Henrique Meirelles transfere título eleitoral para São Pauloi



Mudança de domicílio abre caminho para candidatura à Prefeitura de SP.
Ex-presidente do BC se desfiliou do PMDB e conversa com PSD de Kassab.

Do G1, em São Paulo
Henrique Meirelles segura novo título eleitoral, em São Paulo, nesta sexta-feira (7) (Foto: Daniel Buarque/G1)Henrique Meirelles segura novo título eleitoral, em
São Paulo, nesta sexta-feira (7) (Foto: Daniel
Buarque/G1)
O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles formalizou na tarde desta sexta-feira (7) a mudança de seu domicílio eleitoral de Goiás para São Paulo. Ele trocou o título no cartório da 1ª Zona Eleitoral na capital paulista, na Bela Vista.
Nesta sexta termina o prazo da Justiça Eleitoral para filiação e troca de domicílio para quem quiser se candidatar às eleições municipais em 2012. Nesta quinta, Meirelles se desfiliou do PMDB.
As trocas abrem caminho para uma candidatura à Prefeitura de São Paulo. Segundo informou o blog de Cristiana Lôbo, Meirelles já conversa com o PSD, partido fundado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Se for confirmada a filiação, ele se torna alternativa à candidatura do do vice-governador Afif Domingos.
Questionado sobre uma eventual candidatura pelo PSD na saída do cartório, Meirelles não confirmou. "Vamos ver", disse ao G1.
Meirelles, que hoje preside o Conselho Público Olímpico, órgão criado para coordenar as obras necessárias à realização das Olimpíadas, se filiou ao PMDB em outubro de 2009, no limite do prazo exigido para concorrer às eleições de 2010.
Na época, pretendia se candidatar ao governo de Goiás, mas o PMDB escolheu o então prefeito de Goiânia, Iris Rezende, para disputar o cargo pelo partido. Com isso, permaneceu à frente do Banco Central até o final do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011


Fontana apresenta mudanças no relatório da Reforma Política

Henrique Fontana concedeu entrevista coletiva quando falou sobre sua defesa do relatório da Reforma Política.


Confira abaixo a transcrição da entrevista, ou ouça na íntegra na RádioPT.
Mudanças no texto do relatório final.
Henrique Fontana – “Eu amplie a parcela de distribuição igualitária de recursos, dentro do sistema de financiamento público exclusivo de campanhas. Nós ampliamos o número de cidades que terão 2º turno, atendendo também a emendas feitas. As cidades maiores de 100 mil habitantes passarão a ter 2º turno. E alteramos também a distribuição interna dos recursos, para tornar o sistema ainda mais justo, nos sentido de equilíbrio, entre os partidos que disputam uma eleição. Especialmente olhando o papel e o potencial de crescimento que devem ter os partidos de porte médio, hoje dentro da democracia do país”.

Voto
Henrique Fontana – “Eu mantenho a proposta do voto proporcionalmente misto. Onde se amplia o direito de voto do eleitor. Além de o eleitor continuar votando no deputado da sua preferência, ele também terá o direito de escolher um partido político e um programa da sua preferência. E este partido e este programa estarão representados por uma lista de candidatos que está preordenada pelo voto secreto dos filiados do partido. E isso é importante, não são os caciques que organizam a lista. É o voto secreto dos filiados ao partido que organizam esta lista que vai ser analisada pelo eleitor. Para que além de fiscalizar o deputado em quem ele votou, passe a fiscalizar o partido ao qual ele está empenhando o seu voto. Isso do meu ponto de vista fortalece a democracia. Por que é uma democracia forte precisa ter partidos organizados e representativos”.

Mudanças nas doações particulares
Henrique Fontana – “Está havendo uma confusão nessa área, empresas na verdade poderiam continuar doando para este fundo que é administrado pela justiça eleitoral. Ou seja, nenhuma empresa poderá doar para o candidato A ou para o candidato B, ou para o partido A ou partido B. Agora é lógico, não tem porque eu proibir uma empresa que institucionalmente queria apoiar o processo democrático no país, que ela faça essa doação para o tribunal eleitoral, que é quem administra este fundo. E que vai distribuir dentro desses critérios de equidade de que a lei prevê no sistema de financiamento público de campanha. Ou seja, termina completamente o recurso privado sendo dirigido pela empresa A ou empresa B, para o candidato A ou B. O que pode mudar em muitos momentos, em muitas vezes abrir o que eu chamo de uma relação privilegiada. A minha frase é a seguinte: não é bom para a democracia brasileira que todos aqueles que têm interesses a tratar com os futuros governos sejam dos mesmo que financiam as campanhas. Isso quebra o critério de impessoalidade e republicanismo que nós temos que preservar na gestão publica do país”.

O risco de avançar só o financiamento público
Henrique Fontana -  “Não,  porque o projeto de lei em 1º lugar prevê o financiamento, o sistema de votação e a democratização interna dos partidos, que além do que eu já falei, passa-se a exigir direções permanentes e definitivas dos partidos. E os assuntos que demandam PEC, a nossa ideia é preparar uma PEC substitutiva global que logo a seguir da votação do projeto de lei, seja votado.  Agora é evidente, eu não tenho como colocar em um projeto de lei aquilo que demanda uma mudança constitucional. Como é o caso da ampliação da participação popular.  E iniciativas de projeto de lei de iniciativa popular. O fim da coligação proporcional, a alteração da suplência do senado, para que passe a ser o deputado federal mais votado, no mesmo estado e do mesmo partido do senador eleito. Portanto esse suplente terá passado pelo crivo do voto. Essas mudanças exigem mudanças constitucionais. Então a votação tem que ser uma seqüência, vota-se o projeto de lei e a seguir vota-se a emenda substitutiva global de emenda constitucional”.

Manifestação do dia 4 e o consenso único para o financiamento
Henrique Fontana – “Não, na verdade hoje tem uma grande maioria, para não usar a palavra consenso no país. As pesquisas mostram isso. Que defendem a mudança do sistema político brasileiro eu diria que esse número já chega a 80,90% da população. Em diferentes pesquisas que se analisa. Por quê? É muito simples, por que as pessoas estão vendo que os problemas a política brasileira e a nossa democracia enfrentam não podem ser, combatidas apenas pela troca de candidatos. Tem que também bolar um sistema e adotar um sistema político que dê maior independência para os mandatos. O papel do poder econômico hoje é muito forte na democracia brasileira. Eu tenho dito uma frase – que nós estamos substituindo progressivamente o debate de ideias, programas e projetos, por uma corrida do ouro, de quem arrecada mais tem mais chances de se eleger. E os números mostram isso. Das 513 campanhas mais caras de deputado federal no Brasil inteiro, 369 tiveram sucesso. Ou seja, é muito direta a relação entre arrecadação e sucesso eleitoral. E é isso que eu proponho retirar da democracia brasileira. Permitir que setores mais pobres, setores médios que representam setores de poucos recursos financeiros tenham a chance de serem candidatos e tenham a chance de se eleger. Alias, não estou sozinho nisso, estou ao lado da OAB, da CNBB, da UNE e de tantas entidades que apoiam o financiamento público”.

A importância da participação do ex-presidente Lula no ato de apoio
Henrique Fontana – “É muito grande porque é uma liderança política de grande credibilidade dentro do país. Ele conhece muito, no detalhe o sistema político brasileiro, porque teve a responsabilidade de ser 8 anos presidente da República. E é um dos mais fortes defensores de um projeto de reforma que retire do poder econômico a força que ele tem hoje na democracia e que fortaleça os partidos. Eu gostaria inclusive que todas as grandes lideranças do país se envolvessem profundamente com a reforma política. Quanto mais gente ajudando a fazer a reforma, melhor. Porque o pior dos mundos é o Brasil sair desse processo com o mesmo sistema político que nós temos hoje. E que nos causam tantos desgostos, e inclusive tantas críticas. Os sistemas têm coisas boas evidentemente, mas eles têm muitas coisas que precisam ser mudadas”.

Mudança no projeto de iniciativa popular
Henrique Fontana – “Nós introduzimos a possibilidade do cidadão participar através da redes sociais, ou seja, quando uma entidade ou um grupo quer fazer tramitar na câmara federal um determinado projeto de lei. Ele vai poder trabalhar nas redes sociais, a mobilização o apoio a esse projeto. O cidadão da sua casa, da lan house ou da escola vai poder abrir o seu computador, ler o projeto e se ele apoia a tramitação daquele projeto, ele simplesmente vai registrar nome, título de eleitor nome da mãe ou do pai, e ele estará apoiando a tramitação desse projeto. Então isso vai facilitar muito a participação direta da população na apresentação de projetos de lei e de emendas constitucionais para tramitarem no parlamento”.

O número de apoios pela internet
Henrique Fontana – “O projeto de lei demanda 500 mil apoios, número inclusive um pouco menor do que é hoje. Só hoje tem que ser assinatura presencial. E uma emenda constitucional demanda 1 milhão e 500 mil apoio”.

Henrique Fontana – “Com certeza ajuda muito o presidente Lula tem uma habilidade muito grande para o trato da política. Assim com a presença de outros grandes líderes. Vamos citar o vice-presidente Michael Temer que é presidente do PMDB e nesse momento está licenciado e está sendo exercida a presidência pelo senador Valdir Raupp, então nós estamos debatendo com todos os setores, e o presidente Lula ajuda muito na aprovação da reforma”.

A forma do sistema
Henrique Fontana – “Como o eleitor vai votar nominalmente no candidato que ele prefere, com toda liberdade. E vai ter uma 2ª escolha, que é escolher um partido que ele apóia. E ao apoiar este partido, ele estará apoiando um grupo de candidatos que concorrem por este partido. No final o parlamento vai ser composto metade de pessoas eleita por este voto que o eleitor deu ai partido e a outra metade pelo voto nominal que o eleitor deu nominalmente aos candidatos. Nós vamos ter um parlamento que nasce de um sistema misto de eleições. Como, aliás, tem em muitos lugares do mundo”.

Henrique Fontana – “Não, ele vai escolher um deputado com toda liberdade. E ele vai escolher um partido ao qual ele apoia. E ao apoiar esse partido político ele estará apoiando um programa, um projeto e a importância desse voto é exatamente esta. É que o eleitor seja convidado a uma reflexão da importância que tem os programas e os projetos. Por que eles é que mexem o país. Quando as pessoas, muitas vezes pensam que o importante é escolher uma pessoa boa e o meu voto está destinado, elas não estão se dando conta de que uma pessoa sozinha não consegue fazer nada no parlamento. Os grupos de interesse de poder, os grupos partidários é que se reúnem para debater temas, e é daí que nasce as decisões que influência a vida de todos nós”.
(Apolos Neto – Portal do PT)

domingo, 2 de outubro de 2011

PDT lança pré-candidatura de Paulinho à Prefeitura de São Paulo

Deputado federal recebeu elogios do atual prefeito de SP, Gilberto Kassab.
Kassab disse, no entanto, que apoiará eventual candidatura de José Serra.

Do G1, com informações da Agência Estado
O deputado federal Paulo Pereira da Silva (SP), o Paulinho da Força, foi lançado neste sábado (1º), como pré-candidato do PDT à Prefeitura de São Paulo nas eleições municipais de 2012. O anúncio foi feito durante a Convenção Estadual da legenda na capital paulista.
O evento reuniu lideranças do partido e de siglas aliadas, como o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o presidente estadual do PT, Edinho Silva, e o ministro do Trabalho Carlos Lupi, do PDT. Em discurso, Kassab defendeu a indicação de Paulinho, que também é presidente da Força Sindical, à disputa pelo cargo.
"Terei orgulho e satisfação se puder passar o bastão de prefeito para o Paulinho", disse Kassab. Ele afirmou ainda que o sindicalista está preparado para ser prefeito da capital.
Apesar dos elogios ao pedetista, Kassab disse ao final da convenção que ainda não definiu o apoio a um candidato. "O PDT é um partido aliado no governo (municipal) e acho correto e legítimo o PDT ter um candidato", disse.
"Porém, existem as alianças, e no momento certo elas serão examinadas", continuou o prefeito. Kassab destacou que essas alianças podem ocorrer no primeiro ou no segundo turno e que é natural os partidos optarem por indicar candidatos próprios, o que poderá ser feito pelo PSD, o partido recém-criado pelo prefeito paulistano.
A possibilidade de uma chapa encabeçada por um político do PSD deve ser descartada se José Serra (PSDB) se entrar na disputa. "Se ele for candidato, terá meu apoio", destacou Kassab.
O prefeito também pontuou outros nomes para os quais daria seu apoio. É o caso do senador Aloysio Nunes (PSDB), do vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, que ingressou no PSD; do Secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, Eduardo Jorge; e do secretário municipal de Planejamento, Francisco Vidal Luna. Todos eles, segundo Kassab, resistem à ideia de se candidatarem.
Perguntado sobre a possibilidade de Aloysio Nunes deixar o PSDB e ingressar no PSD, Kassab afirmou que teria orgulho em tê-lo no partido, mas afastou a possibilidade. "Já vi declarações de que ele ficará no PSDB", disse o prefeito.
 


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Marta Suplicy lidera disputa pela Prefeitura de São Paulo, aponta pesquisa

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
 Eleições 2012




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A senadora Marta Suplicy (PT) lidera a disputa pela Prefeitura de São Paulo, segundo pesquisa Datafolha publicada nesta segunda-feira pelo jornal “Folha de S. Paulo”. A ex-prefeita aparece em primeiro em quatro das oito simulações em que seu nome foi colocado como opção.

Quando o nome do ex-governador José Serra (PSDB) é colocado na disputa, Marta lidera com 29% contra 18% do tucano

Se o nome do ex-prefeito é retirado da simulação, o índice da petista sobe para 31% contra 15% do segundo colocado, Celso Russomano (PP). Sem Marta no páreo, Serra e Russomano ficam empatados em 19 %. O ministro da Educação, Fernando Haddad – que conta com o apoio do ex-presidente Lula -, aparece com 2% neste cenário.

Quando os nomes da petista e do tucano são retirados da simulação, Russomano aparece com 20% contra 15% de Netinho de Paula (PCdoB). Com esse cenário, o índice de pessoas que não votariam em nenhum candidatos, somados aos votos brancos e nulos, chega a 19%. Haddad aparece com 1% das intenções de voto.

Ao avaliar o peso de Lula na disputa, 40% dos entrevistados disseram que poderiam votar em um candidato apoiado pelo ex-presidente.

Para 26%, é importante o apoio da presidente Dilma Rousseff (PT). Já 27% disseram que podem votar em um candidato apoiado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) contra 15% que poderiam votar no indicado do prefeito Gilberto Kassab (PSD).

Outros 38% disseram que não votariam no nome apoiado pelo prefeito.

A pesquisa, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, ouviu 1.039 moradores da capital paulista na última quinta-feira.


Da Agência O Globo.

domingo, 28 de agosto de 2011

DEM decide lançar candidato em SP e complica PSDB

  José Cruz/ABrEterno parceiro eleitoral do PSDB, o DEM decidiu desenvolver um projeto próprio na disputa pela prefeitura de São Paulo, em 2012.
“Nosso candidato será o Rodrigo Garcia”, disse ao repórter o presidente do DEM federal, senador José Agripino Maia (RN).
Deputado licenciado, Rodrigo é, hoje, secretário de Desenvolvimento Social do governo tucano de Geraldo Alckmin.
É a secretaria dele que vai implementar a integração do Bolsa Família federal com a Renda Cidadania estadual.
A junção dos dois programas é parte do pacto “Brasil Sem Miséria”, firmado por Dilma com os governadores do Sudeste, entre eles Alckmin.
Agripino disse ao blog que o DEM só abdicaria da candidatura de Rodrigo Garcia se o candidato do PSDB fosse José Serra, hipótese na qual já não acredita.
“Com o Serra, nossa aliança seria automática”, afirmou o senador. Sem ele, o DEM imagina que o secretário Rodrigo reúne chances análogas à dos pretendentes do PSDB.
São três os tucanos que disputam a vaga de candidato, todos secretários de Alckmin: Andrea Matarazzo (Cultura), Bruno Covas (Meio Ambiente) e José Aibal (Energia).
Serra tentou levar ao tabuleiro o nome do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). Mas ele refugou: “Estou bem como senador”, disse.
Confirmando-se o plano do DEM de trafegar em via própria, complica-se a vida do tucanato. Sem o parceiro, o PSDB disporá de menos tempo de televisão.
O petismo, principal antagonista dos tucanos em São Paulo, vive um drama semelhante.
A despeito dos esforços de Lula, parceiros tradicionais do PT também anunciam a intenção de levar nomes próprios às urnas eletrônicas de 2012.
O PMDB diz que irá de Gabriel Chalita. O PCdoB confirmou neste sábado (27) a candidatura de Netinho de Paula. O PR negocia com ambos, dando de ombros para o PT.
Mantido esse cenário, alianças que PSDB e PT davam como favas contadas para o primeiro turno serão adiadas para um eventual segundo round.
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Escrito por Josias de Souza às 04h22

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Kassab falha em áreas essenciais, diz tribunal (Folha de S. Paulo: Manchete)

TCM aponta má gestão em SP; prefeitura afirma que erros estão sendo corrigidos

Parecer do Tribunal de Contas de SP mostra que, em 2010, a gestão Kassab ampliou a verba para transporte e gastou acima do exigido em saúde e educação, mas não prestou serviço de qualidade nessas áreas.

É a primeira vez no governo Kassab que o TCM atribui a falhas de gestão os dados ruins em áreas essenciais. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Alexandre Hohagen
NY usa tecnologia para beneficiar moradores; não é difícil copiá-la. (Págs. 1 e Mercado B9)
Ricardo Melo
Dilma precisa rever contratos dos Transportes