quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Chuva provoca alagamentos e queda de 75 árvores em SP

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Vídeos sobre a cidade de São Paulo (Divulgação: Painel do Coronel Paim)

sábado, 29 de dezembro de 2018

Globo Rural- As 10 cobras do Instituto Butantan (DIVULGAÇÃO: (Painel do Coronel Paim)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Belo Horizonte são as capitais que apresentaram as melhores colocações do Índice Sebrae de Desenvolvimento Econômico Local, o ISDEL.(Painel do Coronel Paim)

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Jornais de São Paulo (Capital), no Painel do Coronel Paim)

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Grupo de intelectuais lança manifesto contra Bolsonaro

Grupo de intelectuais lança manifesto contra Bolsonaro


Da Redação

portal@hojeemdia.com.br
23/09/2018 - 21h34 - Atualizado 21h44Cn

Wilson Dias / Agência Brasil /
Manifesto, que tem lista de assinaturas aberta, ressalta ameça fascista representada pela candidatura do ex-militar
Manifesto, que tem lista de assinaturas aberta, ressalta ameça fascista representada pela candidatura do ex-militar
Grupo de artistas, ativistas, intelectuais e empresários, dentre outras personalidades brasileiras, lançou, neste domingo (23), manifesto contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Intitulado "Pela Democracia, Pelo Brasil", o documento afirma que a candidatura dele representa "ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial". O manifesto foi publicado no site do movimento, batizado "Democracia Sim", e a lista de signatários está aberta para quem quiser assinar. A relação inicial já contava com cerca de 150 assinaturas.
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Entre os nomes estão artistas como Caetano Veloso, Chico Buarque, Mano Brown, Wagner Moura, Walter Sales, Camila Pitanga, Laerte e Maria Gadu; jornalistas como Zeca Camargo, Eugenio Bucci, Gilberto Dimenstein e Glória Kalil; empresários como Maria Alice Setúbal, educadora e acionista do Itaú Unibanco, e Guilherme Leal, sócio da Natura; além de profissionais diversos, como o médico Drauzio Varella, o economista Bernard Appy, o advogado Oscar Vilhena e o antropólogo Luiz Eduardo Soares.

O texto, que não indica apoio a qualquer candidato, ressalta a ameaça aos direitos humanos que uma vitória do ex-militar representa. “Nunca é demais lembrar, líderes fascistas, nazistas e diversos outros regimes autocráticos na história e no presente foram originalmente eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários”, afirma o documento.

Leia o manifesto na íntegra:

"Pela Democracia, pelo Brasil

Somos diferentes. Temos trajetórias pessoais e públicas variadas. Votamos em pessoas e partidos diversos. Defendemos causas, ideias e projetos distintos para nosso país, muitas vezes antagônicos.

Mas temos em comum o compromisso com a democracia. Com a liberdade, a convivência plural e o respeito mútuo. E acreditamos no Brasil. Um Brasil formado por todos os seus cidadãos, ético, pacífico, dinâmico, livre de intolerância, preconceito e discriminação.

Como todos os brasileiros, sabemos da profundidade dos desafios que nos convocam nesse momento. Mais além deles, do imperativo de superar o colapso do nosso sistema político, que está na raiz das crises múltiplas que vivemos nos últimos anos e que nos trazem ao presente de frustração e descrença.

Mas sabemos também dos perigos de pretender responder a isso com concessões ao autoritarismo, à erosão das instituições democráticas ou à desconstrução da nossa herança humanista primordial.

Podemos divergir intensamente sobre os rumos das políticas econômicas, sociais ou ambientais, a qualidade deste ou daquele ator político, o acerto do nosso sistema legal nos mais variados temas e dos processos e decisões judiciais para sua aplicação. Nisso, estamos no terreno da democracia, da disputa legítima de ideias e projetos no debate público.

Quando, no entanto, nos deparamos com projetos que negam a existência de um passado autoritário no Brasil, flertam explicitamente com conceitos como a produção de nova Constituição sem delegação popular, a manipulação do número de juízes nas cortes superiores ou recurso a autogolpes presidenciais, acumulam declarações francamente xenofóbicas e discriminatórias contra setores diversos da sociedade, refutam textualmente o princípio da proteção de minorias contra o arbítrio e lamentam o fato das forças do Estado terem historicamente matado menos dissidentes do que deveriam, temos a consciência inequívoca de estarmos lidando com algo maior, e anterior a todo dissenso democrático.

Conhecemos amplamente os resultados de processos históricos assim. Tivemos em Jânio e Collor outros pretensos heróis da pátria, aventureiros eleitos como supostos redentores da ética e da limpeza política, para nos levar ao desastre. Conhecemos 20 anos de sombras sob a ditadura, iniciados com o respaldo de não poucos atores na sociedade. Testemunhamos os ecos de experiências autoritárias pelo mundo, deflagradas pela expectativa de responder a crises ou superar impasses políticos, afundando seus países no isolamento, na violência e na ruína econômica. Nunca é demais lembrar, líderes fascistas, nazistas e diversos outros regimes autocráticos na história e no presente foram originalmente eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários.

Em momento de crise, é preciso ter a clareza máxima da responsabilidade histórica das escolhas que fazemos.

Esta clareza nos move a esta manifestação conjunta, nesse momento do país. Para além de todas as diferenças, estivemos juntos na construção democrática no Brasil. E é preciso saber defendê-la assim agora.

É preciso dizer, mais que uma escolha política, a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial. É preciso recusar sua normalização, e somar forças na defesa da liberdade, da tolerância e do destino coletivo entre nós.

Prezamos a democracia. A democracia que provê abertura, inclusão e prosperidade aos povos que a cultivam com solidez no mundo. Que nos trouxe nos últimos 30 anos a estabilidade econômica, o início da superação de desigualdades históricas e a expansão sem precedentes da cidadania entre nós. Não são, certamente, poucos os desafios para avançar por dentro dela, mas sabemos ser sempre o único e mais promissor caminho, sem ovos de serpente ou ilusões armadas.

Por isso, estamos preparados para estar juntos na sua defesa em qualquer situação, e nos reunimos aqui no chamado para que novas vozes possam convergir nisso. E para que possamos, na soma da nossa pluralidade e diversidade, refazer as bases da política e cidadania compartilhadas e retomar o curso da sociedade vibrante, plena e exitosa que precisamos e podemos ser".

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Eleito em SP, João Doria 'perde' para brancos, nulos e abstenções


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  • Daniel Teixeira/ Estadão Conteúdo
    O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, João Doria, foi eleito no 1º turno
    O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, João Doria, foi eleito no 1º turno
O número de pessoas que não votaram em nenhum candidato a prefeito em São Paulo superou o total de votos obtido pelo candidato do PSDB, João Doria, eleito no primeiro turno.
Os votos em branco, nulos e as abstenções (eleitores que não compareceram à votação), somaram 3.096.304. Doria obteve um total de 3.085.187 votos.
O candidato do PSDB foi eleito porque o resultado da eleição para prefeito é definido apenas com base nos votos válidos. Os votos válidos são aqueles efetivamente destinados a um dos candidatos na disputa, ou seja, não incluem brancos, nulos e abstenções.
Doria ficou com 53,29% dos votos válidos. O segundo colocado, atual prefeito Fernando Haddad (PT), terminou com 16,7%. Assim, o tucano levou a Prefeitura de São Paulo já no primeiro turno. 
Em 2012, o número de abstenções, brancos e nulos em São Paulo também superou os votos conquistados, individualmente, pelos dois candidatos que passaram ao segundo turno.
Foram 2.490.513 (31,26%) abstenções, brancos e nulos. Naquela eleição, José Serra (PSDB) teve 1.884.849 votos (30,75%) e Fernando Haddad (PT), 1.776.317 (28,98%). 
No segundo turno da eleição de 2012, Haddad levou a Prefeitura de São Paulo com 3,3 milhões de votos (55,57%). Brancos, nulos e abstenções somaram 2,5 milhões (29,2%).

Recorde de abstenções

Esta foi a eleição na capital paulista com o maior índice de abstenções, brancos e nulos das últimas seis eleições municipais.
Neste domingo (2), deixaram de votar 1,9 milhão (21,84%) de eleitores paulistanos. O percentual de votos nulos foi de 11,35% (788 mil votos) e de votos em branco, 5,29% (367.471 votos).
Segundo os dados divulgados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a eleição municipal de 2012 já tinha tido recorde de faltantes desde a eleição municipal de 1996. A abstenção foi de 18,48% dos eleitores (1,6 milhão) em 2012. A soma de brancos, nulos e ausentes chegou a 2,5 milhões.

Não foi só em São Paulo

UOL
João Leite (PSDB), à esquerda, e Alexandre Kalil (PHS), à direita, duelam no 2º turno de Belo Horizonte
O número de votos brancos, nulos e de eleitores que não compareceram foi maior do que o dos candidatos que passaram para segundo turno em Belo Horizonte e noRio de Janeiro.
Em Belo Horizonte, os dois candidatos que disputarão o segundo turno na capital mineira tiveram menos votos juntos que o total de abstenções, nulos e brancos.
João Leite (PSDB) obteve a preferência de 395.952 eleitores (33,4%) e Alexandre Kalil (PHS) 314.845 (26,56%), o que soma 710.797. As abstenções (417.537), os votos nulos (215.633) e brancos (108.745) totalizaram 741.915.
No Rio de Janeiro, o total de brancos, nulos e abstenções no Rio é 1.866.621. Marcelo Crivella (PRB) teve 842 mil votos, e Marcelo Freixo (PSOL), 553 mil. Juntos eles receberam 1.395.625 votos.